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A fábrica que voltou a trabalhar.

Um edifício abandonado há mais de trinta anos, no Lugar da Barroca, recuperado para fazer azeite no coração do Douro.

Álvaro Veiga num miradouro sobre o rio Douro

O cumprimento das mais rigorosas regras de higiene e segurança e a eficiência energética são essenciais para um negócio sustentável.

Álvaro Veiga

Álvaro Veiga num miradouro sobre o rio Douro Antes
Álvaro Veiga ao fim da tarde, com as encostas do Douro atrás A escola
Azeitonas acabadas de colher numa caixa do lagar Hoje
Álvaro Veiga num miradouro sobre o rio Douro
Antes

Máquinas, vinhas e vindimas

A empresa chamava-se Vale Fernando e prestava serviços agrícolas: pessoas, máquinas, preparação de terras, plantação de vinhas e vindimas. Com equipamento moderno, passou a fazer todo o trabalho de apoio à vinha.

Álvaro Veiga ao fim da tarde, com as encostas do Douro atrás
A escola

O que o vinho ensinou

Da ligação ao vinho e da parceria com a Duorum, uma das maiores empresas de vinhos do Douro, veio o conhecimento sobre produção de qualidade. Ainda hoje há, em lotes muito especiais, o tinto Poço da Velha, das vinhas velhas da Quinta Fonte do Santo.

Azeitonas acabadas de colher numa caixa do lagar
Hoje

Uma fábrica com 3500 m²

Um edifício abandonado há mais de trinta anos, no Lugar da Barroca, foi recuperado para ser lagar e sede da empresa. O equipamento foi escolhido com os especialistas mais inovadores em extração de azeite.

O que a fábrica faz hoje

Lagar

Cerca de 2 000 000 kg de azeitona por campanha, transformados no dia em que chegam.

O lagar
Azeites

Ouro da Fábrica e Quinta das Fiandeiras, de olivais do Douro com colheita manual.

Os azeites
Visitas

Grupos de 2 a 20 pessoas, de segunda a sexta, com prova no fim.

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Garrafa Quinta das Fiandeiras no olival, com oliveiras ao fundo
“A região do Douro começa agora a destacar‑se na produção e comercialização de azeite, sendo reconhecida a qualidade e valor deste produto.” Álvaro Veiga