Apanha
Varas e panais estendidos debaixo das oliveiras, como se faz no Douro há gerações.
24horas, no máximo, até ao lagarCerca de 2 000 000 kg de azeitona por campanha, transformados no mesmo dia em que são colhidos.
Em Trás-os-Montes e Alto Douro predomina o olival de sequeiro. O método tradicional é a vareja: as varas fazem cair a azeitona sobre lonas ou panais estendidos no chão.
A azeitona viaja em caixas perfuradas, para respirar, ou a granel, e é laborada nas 24 horas seguintes à colheita.
A extração é feita a frio, abaixo de 27 °C, para conservar as propriedades organoléticas e os compostos fenólicos do azeite.
Varas e panais estendidos debaixo das oliveiras, como se faz no Douro há gerações.
24horas, no máximo, até ao lagarSaem folhas, ramos, pedras e terra. Cada lote é pesado e identificado em caixas próprias.
A azeitona é triturada até se transformar numa pasta, que segue para as batedeiras.
Movimentos lentos e contínuos, durante 50 a 60 minutos, fazem a primeira separação do azeite.
<27°Cextração a frioA pasta separa-se em duas fases: o azeite clarificado e o bagaço de azeitona.
Retira ao azeite a água residual e as impurezas líquidas que ainda possam existir.
O azeite é pesado para saber o rendimento da azeitona, e a acidez é verificada por titulação.
Decanta ao abrigo da luz e do oxigénio, até ao enchimento.
2–3meses a decantar
Além da marca Ouro da Fábrica, o lagar apoia pequenos agricultores da região. Emprestamos caixas próprias para o transporte, para que a azeitona chegue sem estar esmagada nem danificada. Também pode vir a granel.
O importante é entregar no dia da colheita: a azeitona é processada no próprio dia.